As noticias que veiculam nos meios de comunicação estão deixando a sociedade brasileira desacreditada com a política brasileira. As noticias que evidenciam um aumento de 20 vezes do patrimônio do Ministro Palocci é mais uma evidência da falta de ética de alguns dos nossos representes no poder. A população que já andava por muito tempo desacreditada, atualmente está à beira de “jogar a toalha” pois está quase que nocauteada de tanta corrupção no Congresso Nacional. Nem mesmo as explicações que Palocci deu em relação aos fatos (detalhe: somente à uma emissora) conseguiu manipular a população brasileiro, ou até mesmo a levar a mesma ter o bom senso que o Ministro gostaria. Agora alguns políticos mencionam que a situação está “insustentável”, mas os mesmos esquecem que o sistema político brasileiro já se encontra “insustentável” á muito tempo, entretanto os detentores do poder continuam manipular a sociedade com pseudo-programas sociais, como por exemplo, “Fome Zero”.
Agora, ao invés de solucionarem este vexame da política brasileira, os congressistas começam uma “corrida” em aspiração ao cargo do Ministro. Será uma vontade de alavancar seu patrimônio em 10, 20, 40 vezes em quatro anos? As respostas, pouco provável que a sociedade saberá. Nesse contexto, o que anda acontecendo no restante do território brasileiro? Homicídios contra extrativistas no Estado do Pará, altos números de analfabetismo, fome, fronteiras continentais e marítimas desprotegidas, dentre vários fatores que não seriam necessário mencionar neste momento.
Enquanto isso, o PIB e IDH crescem, mas o que os detentores do poder esquecem é que a população está cansada de ser encarada somente como índices, como também números somente mensuráveis a diagramas de projeção. Assim, o momento não pode ser encarado como mais um acontecimento que irá dar em “pizza” ou mais uma manobra política. È o momento de a sociedade demonstrar a sua força, resgatar os valores, os mesmos que findaram com a Ditadura Militar em 1984. Se os países Árabes se espelharam na luta pela democracia brasileira com o fim da ditadura, está no momento dos brasileiros espelharem-se nos jovens e universitários árabes que já conseguiram tirar do poder ditadores que detinham o poder a mais de duas décadas.
O que muitos brasileiros não perceberam é que atualmente vivemos em uma falsa democracia, na qual o Estado e omisso as grandes corporações mundiais, como também os representantes do povo, vislumbram um crescimento próprio e não da nação. Logo, não bastam explicações, mas sim ações que minimizem o “abismo” entre ricos e pobres.
A hipocrisia política é a fantasia de uma falsa democracia que a sociedade vivencia.
Autor: Róger Walteman Gomes
Um espaço de diálogo e construção do saber, com ênfase nas áreas do Direito, Filosofia, Geografia e Sociologia.
sábado, 4 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Por uma sociedade sem tabaco

O dia 31 de maio de 2011, foi marcado por passeatas por todos o Brasil e mundo acerca do "DIA MUNDIAL SEM TABACO". Além dos números de pesquisas sobre o assunto, caba repensarmos em nossas atitudes acerca do assunto. Quem fuma não é somente a pessoa q está fumando, cabe ressaltar os fumantes passivos, ao qual estão poluindo seus pulmões mesmo nao sendo fumantes. Assim cabe nos lembrarmos de alguns pontos cruciais do assunto:
Está comprovado que o tabagismo é responsável por:
• 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora);
• 25% das mortes causadas por doença coronariana - angina e infarto do miocárdio;
• 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos;
• 85% das mortes causadas por bronquite crônica e enfisema pulmonar (doença pulmonar obstrutiva crônica);
• 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);
• 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).
• 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia);
Outras doenças relacionadas ao tabagismo:
• hipertensão arterial;
• aneurismas arteriais;
• úlcera do aparelho digestivo;
• infecções respiratórias;
• trombose vascular;
• osteoporose;
• catarata;
• impotência sexual no homem;
• infertilidade na mulher;
• menopausa precoce;
• complicações na gravidez;
Mas por que as pessoas fumam?

OS meios de comunicação vinculam, apesar de lei sancionada à restrição a propaganda, os mesmos trazem o tabaco como algo de "status" ou até mesmo de felicidade. Vários países têm adotado leis para frear o consumo. No Brasil, diversas cidades aboliram o uso em ambientar fechados. Quem ganha com isso? A VIDA!
PAra ilustrar essa questão, bem como trazer para a reflexão do assunto, o "Filme Obrigado por Fumar" traz conceitos importantes para tal reflexão. Lançado em 2006 (EUA) e dirigido Jason Reitman, tem como atores principais Aaron Eckhart, Maria Bello, Cameron Bright, Adam Brody.
SinopseNick Naylor (Aaron Eckhart) é o principal porta-voz das grandes empresas de cigarros, ganhando a vida defendendo os direitos dos fumantes nos Estados Unidos. Desafiado pelos vigilantes da saúde e também por um senador oportunista, Ortolan K. Finistirre (William H. Macy), que deseja colocar rótulos de veneno nos maços de cigarros, Nick passa a manipular informações de forma a diminuir os riscos do cigarro em programas de TV. Além disto Nick conta com a ajuda de Jeff Megall (Rob Lowe), um poderoso agente de Hollywood, para fazer com que o cigarro seja promovido nos filmes. Sua fama faz com que Nick atraia a atenção dos principais chefes da indústria do tabaco e também de Heather Holloway (Katie Holmes), a repórter de um jornal de Washington que deseja investigá-lo. Nick repetidamente diz que trabalha apenas para pagar as contas, mas a atenção cada vez maior que seu filho Joey (Cameron Bright) dá ao seu trabalho começa a preocupá-lo.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
A Tectônica de Placas
Atualmente, considera-se que a crosta terrestre é constituída por cerca de seis grandes pla¬cas tectônicas e outras menores, que se deslocam sobre a astenosfera e provocam a deriva dos continentes.
Na faixa de contato entre placas convergentes, como no caso das placas Sul-americana e de Nazca (observe o mapa a seguir), a placa oceânica, mais densa por ser formada predomina¬temente por silício e magnésio (sima), mergulha sob a placa continental, formada predominante-mente por silício e alumínio (sial). Esse fenômeno, conhecido como subducção, dá origem às fos¬sas marinhas, como a de Atacama, no Oceano Pacífico. Ao mergulhar em direção ao manto, a placa oceânica é destruída, porque se funde novamente. Já a placa continental, devido à pressão do choque que recebe da placa que mergulhou, soergue-se, dobra-se ou enruga-se. E justamente nessas porções menos rígidas da crosta que ocorrem, desde pelo menos a era Mesozóica, os movi¬mentos orogenéticos. Foi assim que surgiram as grandes cadeias montanhosas do planeta, forma¬das pelo enrugamento ou pelo soerguimento de extensas porções da crosta. No caso das placas Sul-americana e de Nazca, o choque deu origem à Cordilheira dos Andes.

Tectonismo
O tectonismo ou diastrofismo compreende to¬dos os movimentos que deslocam e deformam as rochas que constituem a crosta terrestre.
O diastrofismo manifesta-se por movimentos verticais ou epirogênicos e horizontais e orogênicos.
Movimentos Epirogênicos

São movimentos verticais que provocam abai¬xamento ou soerguimento da crosta terrestre. Reali-zam-se muito lentamente e são conseqüência da isostasia.
Os movimentos epirogênicos ocorrem em áreas geologicamente mais estáveis. Não provocam per-turbações na disposição e nas estruturas geológicas locais, mas alteram a fisionomia do relevo das regiões afetadas por esses movimentos. Isso acontece por¬que a epirogênese ergue e rebaixa grandes áreas dos continentes.
Os movimentos epirogênicos causam varia¬ções lentas do nível do mar, denominadas eustasia ou movimentos eustáticos. Em locais onde ocorre o re¬baixamento dos litorais pela invasão das águas do mar são chamados transgressões marinhas ou movi¬mentos eustáticos positivos, como no litoral do mar do Norte (Europa). Em outros, onde ocorre o levanta¬mento da costa pelo recuo dos oceanos, como na Escandinávia, são denominados regressões mari¬nhas ou movimentos eustáticos negativos.
Movimentos Orogênicos
São movimentos que dão origem a montanhas e dependem da maior ou menor resistência ofereci¬da pelas rochas das regiões atingidas pelas forças do interior da Terra.
Temos dois tipos principais de orogenia: dobramen¬tos e falhamentos.
Dobramentos
As rochas sofrem uma série de deformações quando são submetidas a um esforço proveniente do interior da Terra. Se elas não oferecem muita resistên¬cia a essa força, formam-se dobras (ondulações do terreno em estruturas plásticas).
Falhamentos
Quando submetidas a um esforço interno de grande intensidade, no sentido vertical ou inclinado, as rochas de estruturas rígidas e muito resistentes, em vez de formar dobras, quebram-se. Nesse caso, pode ocorrer ou não o deslocamento dos blocos resultantes dessa fratura que originam desníveis de terrenos. Quando não há desnível, apenas fratura, te¬mos as diáclases. As falhas, porém, só ocorrem quando há deslocamento das estruturas e desnível de terrenos.
As falhas podem se associar e dar origem às fossas tectônicas (graben), que são regiões rebaixadas, limitadas por um sistema de falhas escalonadas. Ou¬tro tipo de associação é o maciço tectônico (horst), formado por uma área central mais elevada em relação às áreas vizinhas, limitada por um sistema de falhas.
Além da epirogênese e da orogênese, outros movimentos internos, bem mais rápidos e também ligados aos limites das placas tectônicas, podem modificar o relevo terrestre. São as erupções vulcâni¬cas e os terremotos ou abalos sísmicos.
Na faixa de contato entre placas convergentes, como no caso das placas Sul-americana e de Nazca (observe o mapa a seguir), a placa oceânica, mais densa por ser formada predomina¬temente por silício e magnésio (sima), mergulha sob a placa continental, formada predominante-mente por silício e alumínio (sial). Esse fenômeno, conhecido como subducção, dá origem às fos¬sas marinhas, como a de Atacama, no Oceano Pacífico. Ao mergulhar em direção ao manto, a placa oceânica é destruída, porque se funde novamente. Já a placa continental, devido à pressão do choque que recebe da placa que mergulhou, soergue-se, dobra-se ou enruga-se. E justamente nessas porções menos rígidas da crosta que ocorrem, desde pelo menos a era Mesozóica, os movi¬mentos orogenéticos. Foi assim que surgiram as grandes cadeias montanhosas do planeta, forma¬das pelo enrugamento ou pelo soerguimento de extensas porções da crosta. No caso das placas Sul-americana e de Nazca, o choque deu origem à Cordilheira dos Andes.

Tectonismo
O tectonismo ou diastrofismo compreende to¬dos os movimentos que deslocam e deformam as rochas que constituem a crosta terrestre.
O diastrofismo manifesta-se por movimentos verticais ou epirogênicos e horizontais e orogênicos.
Movimentos Epirogênicos

São movimentos verticais que provocam abai¬xamento ou soerguimento da crosta terrestre. Reali-zam-se muito lentamente e são conseqüência da isostasia.
Os movimentos epirogênicos ocorrem em áreas geologicamente mais estáveis. Não provocam per-turbações na disposição e nas estruturas geológicas locais, mas alteram a fisionomia do relevo das regiões afetadas por esses movimentos. Isso acontece por¬que a epirogênese ergue e rebaixa grandes áreas dos continentes.
Os movimentos epirogênicos causam varia¬ções lentas do nível do mar, denominadas eustasia ou movimentos eustáticos. Em locais onde ocorre o re¬baixamento dos litorais pela invasão das águas do mar são chamados transgressões marinhas ou movi¬mentos eustáticos positivos, como no litoral do mar do Norte (Europa). Em outros, onde ocorre o levanta¬mento da costa pelo recuo dos oceanos, como na Escandinávia, são denominados regressões mari¬nhas ou movimentos eustáticos negativos.
Movimentos Orogênicos
São movimentos que dão origem a montanhas e dependem da maior ou menor resistência ofereci¬da pelas rochas das regiões atingidas pelas forças do interior da Terra.
Temos dois tipos principais de orogenia: dobramen¬tos e falhamentos.
Dobramentos

As rochas sofrem uma série de deformações quando são submetidas a um esforço proveniente do interior da Terra. Se elas não oferecem muita resistên¬cia a essa força, formam-se dobras (ondulações do terreno em estruturas plásticas).
Falhamentos
Quando submetidas a um esforço interno de grande intensidade, no sentido vertical ou inclinado, as rochas de estruturas rígidas e muito resistentes, em vez de formar dobras, quebram-se. Nesse caso, pode ocorrer ou não o deslocamento dos blocos resultantes dessa fratura que originam desníveis de terrenos. Quando não há desnível, apenas fratura, te¬mos as diáclases. As falhas, porém, só ocorrem quando há deslocamento das estruturas e desnível de terrenos.
As falhas podem se associar e dar origem às fossas tectônicas (graben), que são regiões rebaixadas, limitadas por um sistema de falhas escalonadas. Ou¬tro tipo de associação é o maciço tectônico (horst), formado por uma área central mais elevada em relação às áreas vizinhas, limitada por um sistema de falhas.
Além da epirogênese e da orogênese, outros movimentos internos, bem mais rápidos e também ligados aos limites das placas tectônicas, podem modificar o relevo terrestre. São as erupções vulcâni¬cas e os terremotos ou abalos sísmicos.
A Organização do Espaço
Quando afirmamos que a humanidade modifica e organiza o espaço, queremos dizer que ela transforma a natureza primitiva, também chamada de primeira natureza ou espaço natural, uma espécie de segunda natureza, que corresponde à natureza humanizada, também chamada de natureza artificial ou cultural.
O espaço natural, cada vez mais reduzido e modificado pelos seres humanos, é aquele que resultou da evolução da própria natureza, da ação de fenômenos naturais como os fenômenos geológicos, os climáticos, a erosão e outros.
O espaço humanizado corresponde, por exemplo, aos campos cultivados, às rodovias e ferrovias e, sobretudo, às cidades, que são ambientes fortemente humanizados e artificializados.
“[...] o meio urbano é cada vez mais um meio artificial, fabricado com restos da natureza primitiva crescentemente encobertos pelas obras dos homens [...]“
“[...] a urbanização ganha, assim, novo impulso, e o espaço do homem, tanto nas cidades, como no campo, vai tornando-se um espaço cada vez mais instrumentalizado, culturizado, tecnificado e cada vez mais trabalhado segundo ditames da ciência.” (SANTOS, Milton.Metamorfoses do espaço habitado. São Paulo, Hucitec, 1998. p.42 e 43).
O espaço geográfico, que corresponde ao espaço que está sendo ou que foi produzido pela humanidade, se relaciona com a dinâmica da natureza e com o contínuo movimento de transformação da sociedade. Sendo um espaço social, expressa o trabalho humano, as relações e as práticas sociais que se sucederam no tempo.
O espaço natural, cada vez mais reduzido e modificado pelos seres humanos, é aquele que resultou da evolução da própria natureza, da ação de fenômenos naturais como os fenômenos geológicos, os climáticos, a erosão e outros.
O espaço humanizado corresponde, por exemplo, aos campos cultivados, às rodovias e ferrovias e, sobretudo, às cidades, que são ambientes fortemente humanizados e artificializados.
“[...] o meio urbano é cada vez mais um meio artificial, fabricado com restos da natureza primitiva crescentemente encobertos pelas obras dos homens [...]“
“[...] a urbanização ganha, assim, novo impulso, e o espaço do homem, tanto nas cidades, como no campo, vai tornando-se um espaço cada vez mais instrumentalizado, culturizado, tecnificado e cada vez mais trabalhado segundo ditames da ciência.” (SANTOS, Milton.Metamorfoses do espaço habitado. São Paulo, Hucitec, 1998. p.42 e 43).
O espaço geográfico, que corresponde ao espaço que está sendo ou que foi produzido pela humanidade, se relaciona com a dinâmica da natureza e com o contínuo movimento de transformação da sociedade. Sendo um espaço social, expressa o trabalho humano, as relações e as práticas sociais que se sucederam no tempo.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
METADE SUL: A VOLTA DA PROSPERIDADE.
Parece que foi ontem, mas já transcorreram mais de doze anos desde o dia em que, ao celebrarmos a restauração dos antigos molhes do Porto de Rio Grande, que estavam sem manutenção desde sua construção na década de 1910, no século passado, na companhia do então prefeito municipal de Rio Grande, Wilson Mattos Branco, eu, como Ministro dos Transportes, afirmei: A METADE SUL, FRUTO DA CONVERSÃO DO PORTO DE RIO GRANDE, VAI VOLTAR Á POSIÇÃO QUE DESFRUTOU NA ÉPOCA DAS CHARQUEADAS. SERÁ, NOVAMENTE, A METADE MAIS RICA DO RIO GRANDE DO SUL. Muitos dos que prestigiavam dita solenidade olharam-me com ar de desconfiança, pois a volta dos molhes a forma física que tinham em 1917 não teria, de per si, condições de amparar minha afirmação. Ocorre que eu sabia do que estava falando e minha afirmação estava alicerçada na convicção que firmara a partir do Plano que havia conseguido aprovar, junto ao Presidente Fernando Henrique Cardoso, que acabara de ser incluído no Programa Avança Brasil, cujas premissas mais importantes, para o caso, foram:
1ª – Conversão do Porto de Rio Grande no Porto do Mercosul:
A posição de maior porto do Mercosul, a época, era desfrutada por Buenos Aires, que não tem um porto marítimo mas sim fluvial, no interior do Rio da Prata. Para arrebatar tal título decidimos fazer de Rio Grande um “Ub Port”, porto de concentração e de redistribuição de cargas, para todo o Mercosul. Para tal conversão teríamos que dotar o Porto de Rio Grande do calado então exigido para a categoria: 60 pés, ou 18 metros, de profundidade no Canal de Acesso.
Lançamos o Programa Avança Brasil e iniciamos as obras concluídas em outubro de 2010: a)Extensão dos molhes – O molhe leste estendido para 4.200 metros e o molhe oeste estendido para 3.600 metros; b) Dragagem do Canal de Acesso, para garantir o calado de 18 metros.
2ª – Ligação rodoviária, em pista dupla do Porto de Rio Grande a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro: No Programa Avança Brasil estava prevista a Rodovia do Mercosul, ligando Porto Alegre a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro. Para converter o Porto de Rio Grande em Porto ao Mercosul seria importante que ele estivesse ligado, em pista dupla a Porto Alegre, o que equivaleria às duas capitais mencionadas. Sugeri e foi mudada a extremidade sul da Rodovia do Mercosul que passou a ser: a) em Jaguarão, na divisa com o Uruguai, com adequação da BR 116 entre Jaguarão e Pelotas e duplicação de Pelotas até Porto Alegre e b) em Uruguaiana, na divisa com a Argentina, com adequação da BR 290 entre Uruguaiana e Pântano Grande e duplicação de Pântano Grande até Porto Alegre. Para concluir a duplicação rodoviária do Porto de Rio Grande a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro faltaria ainda a duplicação de Pelotas a Rio Grande, o que foi resolvido com a inclusão no Avança Brasil, também, da duplicação da BR 392, de Rio Grande a Pelotas.
3ª – Ligação rodoviária do Porto de Rio Grande a BR 101:
Este foi um tema que tratei com redobrada alegria: Decidi pavimentar a BR 101 até São José do Norte. Com esta obra seriam resolvidos dois problemas: Acabar com a Estrada do Inferno e ligar o Porto de Rio Grande diretamente à BR 101, sem passar pelo trânsito urbano de Porto Alegre. Hoje, num balanço rápido, fruto deste Plano de Conversão do Porto de Rio Grande, com reflexo em toda a Metade Sul do Estado, já registramos:
1º - O Porto de Rio Grande está com as obras de conversão concluídas, funciona como “Hub Port”, pode receber os maiores navios do mundo e expandiu a Construção Naval, caminhando, a passos rápidos para o proposto lugar de Porto do Mercosul;
2º - Porto de Rio Grande a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro em pista dupla é uma realidade em acelerada finalização. Ainda estão em obras a BR 392, de Rio Grande a Pelotas e a BR 101, de Torres/RS a Palhoça/SC e falta, somente, iniciar a obra de duplicação da BR 116, entre Porto Alegre e Pelotas;
3º - A ligação rodoviária do Porto de Rio Grande, via São José do Norte, diretamente à BR 101 também está concluída. A metade sul já vive novos tempos. A Industria Naval, a Construção Civil, a multiplicação da demanda por serviços, os mais generalizados, a falta de habitação e de lazer e a projeção de que Rio Grande chegará a 500.000 habitantes em poucos anos, já promovem uma verdadeira revolução econômica na região. Bilhões e mais bilhões de reais inundam a economia regional. A transformação já começou. A metade sul do estado já está bem mais rica e, em breve tempo sua gente poderá dizer que, proporcionalmente, é a mais rica do estado. Que voltou a ser o que foi no tempo das Charqueadas. Trata-se de um projeto de largo tempo, mas que está seguindo rumo a sua conclusão e os expressivos frutos já estão sendo colhidos.
Eliseu Padilha.
Advogado e Presidente da Fundação Ulysses Guimarães.
1ª – Conversão do Porto de Rio Grande no Porto do Mercosul:
A posição de maior porto do Mercosul, a época, era desfrutada por Buenos Aires, que não tem um porto marítimo mas sim fluvial, no interior do Rio da Prata. Para arrebatar tal título decidimos fazer de Rio Grande um “Ub Port”, porto de concentração e de redistribuição de cargas, para todo o Mercosul. Para tal conversão teríamos que dotar o Porto de Rio Grande do calado então exigido para a categoria: 60 pés, ou 18 metros, de profundidade no Canal de Acesso.
Lançamos o Programa Avança Brasil e iniciamos as obras concluídas em outubro de 2010: a)Extensão dos molhes – O molhe leste estendido para 4.200 metros e o molhe oeste estendido para 3.600 metros; b) Dragagem do Canal de Acesso, para garantir o calado de 18 metros.
2ª – Ligação rodoviária, em pista dupla do Porto de Rio Grande a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro: No Programa Avança Brasil estava prevista a Rodovia do Mercosul, ligando Porto Alegre a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro. Para converter o Porto de Rio Grande em Porto ao Mercosul seria importante que ele estivesse ligado, em pista dupla a Porto Alegre, o que equivaleria às duas capitais mencionadas. Sugeri e foi mudada a extremidade sul da Rodovia do Mercosul que passou a ser: a) em Jaguarão, na divisa com o Uruguai, com adequação da BR 116 entre Jaguarão e Pelotas e duplicação de Pelotas até Porto Alegre e b) em Uruguaiana, na divisa com a Argentina, com adequação da BR 290 entre Uruguaiana e Pântano Grande e duplicação de Pântano Grande até Porto Alegre. Para concluir a duplicação rodoviária do Porto de Rio Grande a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro faltaria ainda a duplicação de Pelotas a Rio Grande, o que foi resolvido com a inclusão no Avança Brasil, também, da duplicação da BR 392, de Rio Grande a Pelotas.
3ª – Ligação rodoviária do Porto de Rio Grande a BR 101:
Este foi um tema que tratei com redobrada alegria: Decidi pavimentar a BR 101 até São José do Norte. Com esta obra seriam resolvidos dois problemas: Acabar com a Estrada do Inferno e ligar o Porto de Rio Grande diretamente à BR 101, sem passar pelo trânsito urbano de Porto Alegre. Hoje, num balanço rápido, fruto deste Plano de Conversão do Porto de Rio Grande, com reflexo em toda a Metade Sul do Estado, já registramos:
1º - O Porto de Rio Grande está com as obras de conversão concluídas, funciona como “Hub Port”, pode receber os maiores navios do mundo e expandiu a Construção Naval, caminhando, a passos rápidos para o proposto lugar de Porto do Mercosul;
2º - Porto de Rio Grande a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro em pista dupla é uma realidade em acelerada finalização. Ainda estão em obras a BR 392, de Rio Grande a Pelotas e a BR 101, de Torres/RS a Palhoça/SC e falta, somente, iniciar a obra de duplicação da BR 116, entre Porto Alegre e Pelotas;
3º - A ligação rodoviária do Porto de Rio Grande, via São José do Norte, diretamente à BR 101 também está concluída. A metade sul já vive novos tempos. A Industria Naval, a Construção Civil, a multiplicação da demanda por serviços, os mais generalizados, a falta de habitação e de lazer e a projeção de que Rio Grande chegará a 500.000 habitantes em poucos anos, já promovem uma verdadeira revolução econômica na região. Bilhões e mais bilhões de reais inundam a economia regional. A transformação já começou. A metade sul do estado já está bem mais rica e, em breve tempo sua gente poderá dizer que, proporcionalmente, é a mais rica do estado. Que voltou a ser o que foi no tempo das Charqueadas. Trata-se de um projeto de largo tempo, mas que está seguindo rumo a sua conclusão e os expressivos frutos já estão sendo colhidos.
Eliseu Padilha.
Advogado e Presidente da Fundação Ulysses Guimarães.
sábado, 28 de maio de 2011
POR UM NOVO ENSINO DE GEOGRAFIA
A disciplina de Geografia por muitos anos foi encarada como a disciplina de memorização de dados, como também somente análise de mapas, deixando a mesma não atraente do ponto de vista dos educandos. Entretanto, esta visão foi mudando a partir de novos estudos, como também a inserção da Geografia Crítica, elaborada pelo então intitulado Geógrafo Milton Santos. Mesmo não sendo Geógrafo de formação, Milton Santos trouxe uma nova perspectiva para a Ciência da Geografia, bem como um novo "modelo" de discussão para essa ciência. As novas discussões datam desde a década de 70-80, porém o Ensino de Geografia ainda perdura, em alguns estabelecimentos de ensino, pela memorização de dados e análise de mapas. Cabe lembrar que o professor de Geografia não é um atlas, como também seus alunos não deverão ser. Desta forma, Milton Santos menciona que "no momento em que a sociedade humana conquista definitivamente o reino da natureza, como sua destruição, ou como compreensão de sua necessidade para a vida humana, modifica-se a consciência do mundo". Ainda nos escritos de Milton Santos, "uma nova Geografia defronta-se,então, com a realização de uma perspectiva cultural, em que as escalas de sua efetivação encontram-se bastante distanciadas de sua possibilidade de ocorrência. Essa nova Geografia,nos textos mais avançados, busca compreender, globalmente, um espaço que, então - é significativo - encontra-se estruturado!" Ao encontro de seus escritos, busca-se metodologias que inter-relacionem as geografias, mas não componham uma unidade. Assim, busca-se uma contetualização dos fatos, como também a superação do paradigma mecaniscista, situando o ensino no campo da complexidade, como Edgar Morin aborda em seus escritos. As relações do todo com as partes, bem como das partes com o todo, aborda além da memorização de dados, abordando-se assim uma visão mais crítica de conteúdos então abordados em sala de aula. Nessa perspectiva, Morin aborda da seguinta forma a reforma de pensamento: "a reforma de pensamento contém uma necessidade social-chave: formar cidadãos capazes de enfrentar os problemas de seu tempo. Com isso tornar-se-ia possível frear o debilitamento da democracia que suscita, em todos os campos da política, a expansão da autoridade dos experts, de especialistas de toda ordem, que limitam progressivamente a competência dos cidadãos, condenados à aceitação ignorante daqueles que são considerados conhecedores, mas que de fato praticam uma compreensão que rompe com a contextualidade e a globalidade dos problemas". Logo, busca-se um enisno crítico, colocando o professor como mediador do conhecimento e o educando fazendo-se parte do processo de ensino-aprendizagem.
AUTOR: GOMES, Róger Walteman. Licenciado em Geografia/UFSM. Especialista em Educação Ambiental/UFSM. Mestrando em Educação Ambiental/FURG.
Referências:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
MORIN, Edgar..Os setes saberes necessários à educação do futuro. SILVA, Catarina Eleonora F. da; SAWAYA, Jeanne. (trad.) 11. Ed. São Paulo: Cortez, 2006.
MORIN, Edgar. In: Educação e complexidade: os setes saberes e outros ensaios. ALMEIDA, Maria da Conceição de; CARVALHO, Edgar de Assis. (orgs.) 4. Ed. São Paulo: Cortez, 2007.
SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo: Globalização e Meio Técnico-Científico Informacional. 3º Ed. São Paulo: Editor HUCITEC, 1997.
AUTOR: GOMES, Róger Walteman. Licenciado em Geografia/UFSM. Especialista em Educação Ambiental/UFSM. Mestrando em Educação Ambiental/FURG.
Referências:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
MORIN, Edgar..Os setes saberes necessários à educação do futuro. SILVA, Catarina Eleonora F. da; SAWAYA, Jeanne. (trad.) 11. Ed. São Paulo: Cortez, 2006.
MORIN, Edgar. In: Educação e complexidade: os setes saberes e outros ensaios. ALMEIDA, Maria da Conceição de; CARVALHO, Edgar de Assis. (orgs.) 4. Ed. São Paulo: Cortez, 2007.
SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo: Globalização e Meio Técnico-Científico Informacional. 3º Ed. São Paulo: Editor HUCITEC, 1997.
sábado, 7 de maio de 2011
HOMENAGEM PARA A MAIOR DAS MÃES DO MUNDO, A MINHA MÃE.. HOMENAGEM PARA A MAIOR DAS MÃES DO MUNDO, A MINHA MÃE..
A minha mãe é...
A minha mãe é
A mulher que oportunizou minha vida
A que me acolheu nos momentos que precisei
A pessoa que me embalou
A carinhosa sempre que necessitei.
A minha mãe é
A alegria a me ver
A coragem ao me defender
A amiga a me compreender
A mãe ideal que me viu crescer.
A minha mãe é
A aconselhadora das minhas decisões
A força de meu sucesso
O porto seguro de um filho
Amiga que sempre quis ter.
A minha mãe é
O olhar de um leão
O pensamento de um gatinho
A pessoa que está no meu coração
A mulher que sempre fez questão
De demonstrar por mim a sua paixão.
A minha mãe é
A companheira dos momentos felizes
A amizade das trajetórias da vida
A pessoa que não me esquece
A única pessoa que me merece
A minha mãe é
A inspiração para o meu viver
A força para sobreviver
A luz de cada amanhecer
O mais belo brilho de um entardecer.
A minha mãe é
A companhia perfeita do meu herói
A cuidadosa dos seus filhos
A solidariedade de seus amigos
A guardiã de meus segredos
A observadora dos meus medos.
A minha mãe é
Palavras?
Atitudes?
Pensamentos?
Nenhuma resposta dessas perguntas
A minha mãe é
Simplesmente mãe.
Ass: RWG
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